Não sou capaz. Deixo em ti, Destino, Deus pagão das minhas descrenças, as páginas do futuro. Leva a incerteza como o teu mote e salva-me de mim próprio! Salva-me do dormente que posso vir a ser; salva-me do dormente que me estou a tornar.
Calculei, sucessivamente, inúmeras sucessões apenas para encontrar o meu limite.
11 de fevereiro de 2010
6 de fevereiro de 2010
Reflexão Momentânea VII
Ó, Glória! Jaz a semana nas catacumbas do passado! E nós, sóbrios, entramos numa ravessa ausente de realidade! As portas trancam e o mundo é nosso!
Ó, Sede! Esta dança frenética de tabaco e álcool sacia o nosso desejo de liberdade! Enquanto falamos, rimos e choramos, partilhamos ilustres sentimentos e os vossos nomes e as vossas caras são santificadas no meu coração! Numa deambulação reflexiva, a Glória derruba a sobriedade e louvamos a mesa que, inconscientemente, segura as nossas almas pelos nossos corpos disfuncionais!
Ó, Cansaço. Cambaleamos, interminavelmente, até casa. Deito a minha alma compensada na cama. Desglorifico-me com um suspiro - deixei a Sede com vocês. Fecho os olhos e lembro-me que faltam, de novo, mais cinco dias dormentes para voltar a ver-vos. Sorrio - amo-vos incontestavelmente.
Ó, Sede! Esta dança frenética de tabaco e álcool sacia o nosso desejo de liberdade! Enquanto falamos, rimos e choramos, partilhamos ilustres sentimentos e os vossos nomes e as vossas caras são santificadas no meu coração! Numa deambulação reflexiva, a Glória derruba a sobriedade e louvamos a mesa que, inconscientemente, segura as nossas almas pelos nossos corpos disfuncionais!
Ó, Cansaço. Cambaleamos, interminavelmente, até casa. Deito a minha alma compensada na cama. Desglorifico-me com um suspiro - deixei a Sede com vocês. Fecho os olhos e lembro-me que faltam, de novo, mais cinco dias dormentes para voltar a ver-vos. Sorrio - amo-vos incontestavelmente.
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