11 de fevereiro de 2010

Reflexão Momentânea VIII

Não sou capaz. Deixo em ti, Destino, Deus pagão das minhas descrenças, as páginas do futuro. Leva a incerteza como o teu mote e salva-me de mim próprio! Salva-me do dormente que posso vir a ser; salva-me do dormente que me estou a tornar.

Calculei, sucessivamente, inúmeras sucessões apenas para encontrar o meu limite.

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