Sou um ser de desprezo. Sou a sobriedade descontrolada da despreocupação humana. Sou a imunidade sentimental regida nos desejos dos sofridos. Sou o constante suspiro de bem-estar após a tempestade. Sou a lucidez temperamental que o mundo procura.
Então, porque é que me preocupo tanto? Sou a antítese fulcral da teoria da certeza. Sou a mentira temperamental que o mundo evita.
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